Em entrevista jornal ao 'Extra', ex-lateral diz que cerveja era liberada na concentração, mas reforça profissionalismo do time e prega apoio a Dunga
tiram a tensão dos jogadores (Foto: Fotocom)
Companheiro de Dunga, Romário e Ricardo Rocha no Quarto dos Dinos (dinossauros), no Mundial dos Estados Unidos, o ex-jogador “entregou” os colegas, e admitiu que até o hoje disciplinador comandante da seleção aproveitava as liberdades da concentração brasileira.
- Claro (que havia bebida na concentração), mas havia profissionalismo. Estávamos ali para ganhar a Copa do Mundo. Tinha jogo em que uma cervejinha era liberada. Mas bebíamos umas três ou quatro, para relaxar. Ninguém estava ali para encher a cara, mas para ser campeão - explicou.
Para Branco, a opção dos argentinos pode ajudar a tirar dos atletas parte da tensão vivida pela equipe, que, a exemplo do que acontecia com o Brasil em 94, vive um jejum de 24 anos sem títulos mundiais.
- Acho que pode ser liberado, sim. Sexo na concentração só não pode ser for com a mulher do amigo – brincou.
A exemplo de muitos torcedores, Branco lamentou as ausências de Ronaldinho Gaúcho, Ganso e Adriano no grupo que vai tentar buscar o hexa, mas, pregando respeito e apoio a Dunga, cuja campanha classificou como “incontestável”, se mostrou confiante.
- A partir do dia 15, o presidente do Brasil é o Dunga, não o Lula.
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